60
| <![CDATA[<div id="barra-brasil" style="background:#7F7F7F; height: 20px; padding:0 0 0 10px;display:block;">
<ul id="menu-barra-temp" style="list-style:none;">
<li style="display:inline; float:left;padding-right:10px; margin-right:10px; border-right:1px solid #EDEDED">
<a href="http://brasil.gov.br" style="font-family:sans,sans-serif; text-decoration:none; color:white;">Portal do Governo Brasileiro</a>
</li>
</ul>
</div>]]>
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61
| <![CDATA[<ul id="menu-barra-temp" style="list-style:none;">
<li style="display:inline; float:left;padding-right:10px; margin-right:10px; border-right:1px solid #EDEDED">
<a href="http://brasil.gov.br" style="font-family:sans,sans-serif; text-decoration:none; color:white;">Portal do Governo Brasileiro</a>
</li>
</ul>]]>
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62
| <![CDATA[<li style="display:inline; float:left;padding-right:10px; margin-right:10px; border-right:1px solid #EDEDED">
<a href="http://brasil.gov.br" style="font-family:sans,sans-serif; text-decoration:none; color:white;">Portal do Governo Brasileiro</a>
</li>]]>
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63
| <![CDATA[<a href="http://brasil.gov.br" style="font-family:sans,sans-serif; text-decoration:none; color:white;">Portal do Governo Brasileiro</a>]]>
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179
| <![CDATA[<h1 class="anime" style="text-align: center; color: #fff; font-size: 60px; font-weight: bold;">TIRA DÚVIDAS</h1>]]>
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188
| <![CDATA[<div class="container" style="background: rgba(255, 255, 255, 0.98); width: auto; padding-bottom: 8vmax; position: relative; margin-top: -8em; padding: 2em 4em 4em 4em; border-radius: 10px 20px;">
<p>A compilação de perguntas a seguir tem o propósito de auxiliar nas dúvidas mais comuns com relação ao aparecimento das manchas de óleo no Nordeste.</p>
<br />
<div id="accordion" class="panel-group">
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse1" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">1. Qual a origem do óleo que atinge as praias do Nordeste?</a></h4>
</div>
<div id="collapse1" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>A Marinha conduz a investigação sobre as manchas de óleo observadas no litoral da região nordeste do país. A origem do poluente é desconhecida até o momento.</p>
<p>A Polícia Federal é a instituição competente para a apuração de responsabilidades em âmbito criminal.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse2" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">2. Qual o papel do Ibama em emergências como esta?</a></h4>
</div>
<div id="collapse2" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>O Ibama coordena e apoia ações de prevenção e resposta a acidentes e emergências ambientais, prioritariamente eventos resultantes de atividades ou empreendimentos licenciados pelo Instituto.</p>
<p>A legislação ambiental brasileira atribui ao poluidor a responsabilidade pelo acionamento dos órgãos ambientais de controle, pela execução do plano de emergência e pela adoção de medidas reparatórias e compensatórias.</p>
<p>No caso da poluição por óleo observada no litoral nordestino em 2019, o poluidor não é conhecido. Por essa razão, o Ibama requisitou à Petrobras, empresa que opera diversos empreendimentos de petróleo e gás offshore, o emprego de recursos técnicos e logísticos disponíveis para o enfrentamento da emergência.</p>
<p>Desde 2 de setembro técnicos do Instituto monitoram as áreas atingidas pelo óleo e produzem relatórios regulares sobre as condições verificas em campo.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse3" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">3. Quantas praias foram atingidas até o momento?</a></h4>
</div>
<div id="collapse3" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>A relação de localidades atingidas está disponível em arquivo (PDF) na seção "<span style="text-decoration: underline;"><a href="/manchasdeoleo-localidades-atingidas">Localidades atingidas</a></span>".</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse4" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">4. Qual a situação das praias oleadas?</a></h4>
</div>
<div id="collapse4" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>Informações sobre a situação de cada localidade atingida estão disponíveis para consulta em arquivos (PDF) publicados regularmente na seção "<span style="text-decoration: underline;"><a href="/manchasdeoleo-localidades-atingidas">Localidades atingidas</a></span>".</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse5" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">5. O óleo chegará em mais praias? Quais?</a></h4>
</div>
<div id="collapse5" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>Não é possível prever com segurança as localidades que podem ser atingidas pelo óleo, uma vez que a origem do derramamento ainda não foi identificada.</p>
<p>As manchas se concentram em camada sub-superficial, o que impede a visualização por satélite, sobrevoo e monitoramento com sensores para detecção de óleo. Nesse contexto, o monitoramento realizado por agentes de campo em inspeções regulares nas praias e estuários é indispensável.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse6" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">6. Quanto tempo levará para as praias oleadas ficarem limpas novamente?</a></h4>
</div>
<div id="collapse6" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>Para que seja possível estimar um prazo é necessário conhecer o volume total de poluente derramado. Por se tratar de um incidente ocorrido em local aparentemente distante da costa brasileira, esta informação ainda não é conhecida.</p>
<p>Praias que já estavam limpas foram atingidas vêm sendo atingidas por novas manchas de óleo.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse7" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">7. Quais ações estão sendo tomadas com relação às praias oleadas?</a></h4>
</div>
<div id="collapse7" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>O Ibama realiza a avaliação do impacto ambiental, direciona ações de proteção à fauna e oferece orientações sobre limpeza de praias e destinação de resíduos, definindo prazos e zonas prioritárias.</p>
<p>A fim de organizar as ações de campo, as áreas atingidas são divididas em três categorias: limpa, em processo de limpeza e oleada.</p>
<p>Uma área pode limpa de três maneiras:</p>
<p style="padding-left: 30px;">• pela prefeitura ou outras instituições locais;<br />• pela Petrobras, por requisição do Ibama;<br /> • naturalmente – quando a maré remove as manchas do local ou a força das ondas dispersa o óleo em micro gotículas, que são facilmente degradadas.</p>
<p>O Ibama permanece atento às novas áreas com presença de óleo, realizando as vistorias e orientações necessárias.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse8" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">8. Por que o Governo não providenciou de imediato a instalação de barreiras de contenção?</a></h4>
</div>
<div id="collapse8" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>Barreiras de contenção tem a função de conter o óleo superficial (substância com densidade menor que a da água), mas o poluente que atinge o nordeste do país se concentra em camada subsuperficial.</p>
<p>Além disso, o equipamento geralmente é eficaz em correntes com velocidade de até um nó, o equivalente a uma milha náutica por hora. A vazão dos rios é muito superior a essa capacidade.</p>
<p>Nos casos em que o óleo derramado é de origem conhecida e sua dispersão é prevista, a instalação de barreiras em águas calmas é tecnicamente recomendável para proteger pontos sensíveis, como manguezais. Contudo, se essas áreas já estiverem oleadas, a medida poderá provocar o efeito inverso e impedir a depuração natural do ambiente.</p>
<p>Ainda assim, por precaução, o Ibama requisitou à Petrobras a disponibilização do equipamento. Mais de 200 metros de barreiras estão à disposição de instituições com capacidade operacional para realizar sua instalação e manutenção.</p>
<p>O Ibama e a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) também elaboraram uma lista de locais a serem priorizados em ações de proteção.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse9" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">9. Posso utilizar as praias dos locais atingidos para banho?</a></h4>
</div>
<div id="collapse9" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>Recomendamos consulta à prefeitura ou órgão estadual de meio ambiente para informações sobre balneabilidade das praias. Para mais detalhes, consulte "<strong><a href="/manchasdeoleo-info#balneabilidade-recreativa">Informações úteis</a></strong>".</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse10" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">10. O contato com o óleo é perigoso para a saúde?</a></h4>
</div>
<div id="collapse10" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>O contato com o petróleo cru é especialmente danoso para plantas e animais. No homem, pode causar irritação na pele e nos olhos.</p>
<p>A NBR 10004, da ABNT, enquadra esses resíduos na Classe I (perigosos). Suas propriedades físico-químicas podem oferecer risco à saúde pública e ao meio ambiente caso o produto seja gerenciado de forma inadequada.</p>
<p>Informações mais detalhadas podem ser obtidas com os órgãos de vigilância sanitária.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse11" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">11. Quais seriam os recipientes mais adequados para a coleta desses resíduos?</a></h4>
</div>
<div id="collapse11" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p> Baldes, sacos plásticos, bombonas, big-bags, tambores e outras recipientes que sejam suficientemente resistentes para o transporte do produto.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse12" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">12. Quais são as orientações do Ibama em relação ao depósito e descarte do material recolhido?</a></h4>
</div>
<div id="collapse12" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>Os resíduos não podem ser colocados em lixo comum. Seu acondicionamento deve ser temporário, até o direcionamento para reciclagem, recuperação, tratamento ou disposição final.</p>
<p>O armazenamento pode ser feito em big bags, sacos plásticos específicos para resíduos oleosos, tambores metálicos, containers, ou outros recipientes que possam conter os resíduos sem provocar vazamento ou reação, e que possam ser removidos sem que haja o rompimento da embalagem.</p>
<p>Após a retirada de todo óleo do litoral brasileiro, o Ibama e o respectivo órgão estadual, vão propor a melhor destinação: aterro para resíduos perigosos ou incineração em fornos de cimenteiras.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse13" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">13. O que fazer caso encontre um animal oleado?</a></h4>
</div>
<div id="collapse13" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>Quando um animal atingido pelo óleo for encontrado, a unidade do Ibama mais próxima deve ser acionada imediatamente. O ideal é que sejam informadas as coordenadas geográficas ou alguma referencia que determine o local exato para o resgate.</p>
<p>Somente as equipes que realizam o monitoramento de praia, o Ibama ou outros órgãos e institutos ambientais envolvidos nas ações devem realizar o manejo da fauna atingida.</p>
<p>Após receber o atendimento emergencial, os animais são encaminhados para os Centros de recuperação especializados em despetrolização de fauna, localizados em Sergipe e no Rio Grande do Norte.</p>
<p>Os Centros fazem parte do Projeto de Monitoramento de Praias da Petrobrás, executado como condicionantes de licenças ambientais estabelecidas pelo Ibama para o licenciamento relativo à produção e escoamento de petróleo e gás natural.</p>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>13.1. Descrição da técnica</strong></span></p>
<p style="padding-left: 30px;">1. Comunique imediatamente à instituição de resgate de fauna mais próxima (tabela abaixo).</p>
<p style="padding-left: 30px;"> 1.1. Repasse o máximo de informações sobre o animal: </p>
<p style="padding-left: 60px;"> - Quantidade e tipo (baleia, golfinho, peixe-boi, tartaruga marinha, ave marinha);<br /> - Estado (vivo ou morto);<br /> - Presença de óleo na pele e nas mucosas (boca, olhos e narinas);<br /> - Local encontrado e ponto de referência.</p>
<p style="padding-left: 30px;"> 1.2. Se possível envie fotos ou vídeos pelo Whatsapp.</p>
<p style="padding-left: 30px;">2. Mantenha a área próxima do animal livre de pessoas e animais domésticos.</p>
<p style="padding-left: 30px;">3. Evite barulho excessivo ao redor do animal.</p>
<p style="padding-left: 30px;">4. Se possível proteja o animal do sol com o uso de de guarda-sol, cobertura de folhas de coqueiro ou tecidos limpos.</p>
<p style="padding-left: 30px;">5. Aguarde a chegada da equipe de resgate.</p>
<p> </p>
<p><span style="font-size: 18pt;"><strong>13.2. Contatos</strong></span></p>
<p style="padding-left: 30px;">Sugerimos que os Centros sejam procurados para detalhamento dos procedimentos de despetrolização:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Alagoas</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/AL: (82) 2122-8329<br />• Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA): (82) 98833-9397<br />• Instituto Biota de Conservação (82) 99115-2944</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Bahia</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Mamíferos Aquáticos: (71) 99679-2383<br />• Grupo de Proteção da Fauna Oleada - Bahia Sul: (11) 99660-9291 / (31) 99600-7439 / (73) 99976-2480 / (73) 2101-5297 / (73) 99900-9980<br />• Instituto Baleia Jubarte: (73) 98802-1874</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Ceará</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Aquasis: (85) 99980-0109<br />• Instituto Verdeluz: (85) 99695-6305</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Espírito Santo</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• CTA: 0800 039 5005<br />• Instituto de Pesquisa e Conservação Marinha: (28) 99902-4075<br />• Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos: (27) 99865-6975</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Maranhão</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Amares: (98) 98120-1281</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Paraíba</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/PB: (83) 3245-4901 / 3198-0842</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Piauí</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Tartarugas do Delta: (86) 99975-5380<br />• Comissão Ilha Ativa: (86) 98134-2001</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Pernambuco</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/PE: (81) 3201-3800<br />• Ecoassociados (81) 99944-1465 / 3552-2465</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Rio Grande do Norte</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Projeto Cetáceos da Costa Branca: (84) 99937-0471<br />• Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental: (84) 99694-7242</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sergipe</strong></p>
<p style="padding-left: 60px;">• Programa de Monitoramento de Praias das Bacias de Sergipe-Alagoas (PRMEA): 0800 0793434</p>
<p style="padding-left: 60px;"> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="accordion" class="panel-group">
<div class="panel panel-default">
<div class="panel-heading">
<h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse14" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">14. O que não fazer caso encontre um animal oleado?</a></h4>
</div>
<div id="collapse14" class="panel-collapse collapse">
<div class="panel-body">
<p>• Não toque ou manipule o animal. Isso pode piorar a condição dele ou causar acidentes.<br />• Não devolva o animal ao mar. Ele se encontra debilitado e precisa de cuidados veterinários. Sem o devido atendimento, o animal irá encalhar em outro lugar.<br />• Não jogue sabão, areia ou qualquer outro produto no animal.<br />• Não ofereça alimentos ao animal nem force a ingestão de líquidos.</p>
<p> </p>
<p> </p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]>
|
226
| <![CDATA[<span style="text-decoration: underline;"><a href="/manchasdeoleo-localidades-atingidas">Localidades atingidas</a></span>]]>
|
238
| <![CDATA[<span style="text-decoration: underline;"><a href="/manchasdeoleo-localidades-atingidas">Localidades atingidas</a></span>]]>
|
279
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">• pela prefeitura ou outras instituições locais;<br />• pela Petrobras, por requisição do Ibama;<br /> • naturalmente – quando a maré remove as manchas do local ou a força das ondas dispersa o óleo em micro gotículas, que são facilmente degradadas.</p>]]>
|
364
| <![CDATA[<span style="font-size: 18pt;"><strong>13.1. Descrição da técnica</strong></span>]]>
|
365
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">1. Comunique imediatamente à instituição de resgate de fauna mais próxima (tabela abaixo).</p>]]>
|
366
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"> 1.1. Repasse o máximo de informações sobre o animal: </p>]]>
|
367
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;"> - Quantidade e tipo (baleia, golfinho, peixe-boi, tartaruga marinha, ave marinha);<br /> - Estado (vivo ou morto);<br /> - Presença de óleo na pele e nas mucosas (boca, olhos e narinas);<br /> - Local encontrado e ponto de referência.</p>]]>
|
368
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"> 1.2. Se possível envie fotos ou vídeos pelo Whatsapp.</p>]]>
|
369
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">2. Mantenha a área próxima do animal livre de pessoas e animais domésticos.</p>]]>
|
370
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">3. Evite barulho excessivo ao redor do animal.</p>]]>
|
371
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">4. Se possível proteja o animal do sol com o uso de de guarda-sol, cobertura de folhas de coqueiro ou tecidos limpos.</p>]]>
|
372
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">5. Aguarde a chegada da equipe de resgate.</p>]]>
|
374
| <![CDATA[<span style="font-size: 18pt;"><strong>13.2. Contatos</strong></span>]]>
|
375
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">Sugerimos que os Centros sejam procurados para detalhamento dos procedimentos de despetrolização:</p>]]>
|
376
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Alagoas</strong></p>]]>
|
377
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/AL: (82) 2122-8329<br />• Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA): (82) 98833-9397<br />• Instituto Biota de Conservação (82) 99115-2944</p>]]>
|
378
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Bahia</strong></p>]]>
|
379
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Mamíferos Aquáticos: (71) 99679-2383<br />• Grupo de Proteção da Fauna Oleada - Bahia Sul: (11) 99660-9291 / (31) 99600-7439 / (73) 99976-2480 / (73) 2101-5297 / (73) 99900-9980<br />• Instituto Baleia Jubarte: (73) 98802-1874</p>]]>
|
380
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Ceará</strong></p>]]>
|
381
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Aquasis: (85) 99980-0109<br />• Instituto Verdeluz: (85) 99695-6305</p>]]>
|
382
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Espírito Santo</strong></p>]]>
|
383
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• CTA: 0800 039 5005<br />• Instituto de Pesquisa e Conservação Marinha: (28) 99902-4075<br />• Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos: (27) 99865-6975</p>]]>
|
384
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Maranhão</strong></p>]]>
|
385
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Amares: (98) 98120-1281</p>]]>
|
386
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Paraíba</strong></p>]]>
|
387
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/PB: (83) 3245-4901 / 3198-0842</p>]]>
|
388
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Piauí</strong></p>]]>
|
389
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Tartarugas do Delta: (86) 99975-5380<br />• Comissão Ilha Ativa: (86) 98134-2001</p>]]>
|
390
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Pernambuco</strong></p>]]>
|
391
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/PE: (81) 3201-3800<br />• Ecoassociados (81) 99944-1465 / 3552-2465</p>]]>
|
392
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Rio Grande do Norte</strong></p>]]>
|
393
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Projeto Cetáceos da Costa Branca: (84) 99937-0471<br />• Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental: (84) 99694-7242</p>]]>
|
394
| <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sergipe</strong></p>]]>
|
395
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Programa de Monitoramento de Praias das Bacias de Sergipe-Alagoas (PRMEA): 0800 0793434</p>]]>
|
396
| <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;"> </p>]]>
|
425
| <![CDATA[<style type="text/css" media="all">
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</style>]]>
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28
| <![CDATA[<script type="text/javascript">
jQuery(document).ready(function($){
jQuery('.hasTooltip').tooltip({"html": true});
if(window.MooTools) {
// Mootools conflict fix for toggle with Bootstrap 3/JQuery
window.addEvent('load', function() {
$$('[rel=tooltip],[data-toggle],a[data-toggle],button[data-toggle],[data-toggle=collapse],a[data-toggle=dropdown],.hasTooltip').each(function (e) {
e.getParent().hide = null;
e.hide = null;
});
});
}
});
jQuery(function ($) {
initChosen();
$("body").on("subform-row-add", initChosen);
function initChosen(event, container)
{
container = container || document;
$(container).find("select").chosen({"disable_search_threshold":10,"search_contains":true,"allow_single_deselect":true,"placeholder_text_multiple":"Digite ou selecione algumas op\u00e7\u00f5es","placeholder_text_single":"Selecione uma op\u00e7\u00e3o","no_results_text":"Selecione alguma op\u00e7\u00e3o"});
}
});
(function($,b){$.fn.BlackAndWhite_init=function(){var a=$(this);a.find("img").not(".slide-img").parent().BlackAndWhite({invertHoverEffect:1,intensity:1,responsive:true,speed:{fadeIn:500,fadeOut:500}})}})(jQuery);jQuery(window).load(function($){jQuery(".item_img a").find("img").not(".lazy").parent().BlackAndWhite_init()});
var path = "templates/theme3308/js/";
(function($){$(document).ready(function(){var o=$("#back-top");$(window).scroll(function(){if($(this).scrollTop()>100){o.fadeIn()}else{o.fadeOut()}});var $scrollEl=($.browser.mozilla||$.browser.msie)?$("html"):$("body,html");o.find("a").click(function(){$scrollEl.animate({scrollTop:0},400);return false})})})(jQuery);
jQuery(function($){var e=$(window).width();$("#icemegamenu").find(".icesubMenu").each(function(a){var b=$(this).offset();var c=b.left+$(this).width();if(c>=e){$(this).addClass("ice_righttoleft")}});$(window).resize(function(){var d=$(window).width();$("#icemegamenu").find(".icesubMenu").removeClass("ice_righttoleft").each(function(a){var b=$(this).offset();var c=b.left+$(this).width();if(c>=d){$(this).addClass("ice_righttoleft")}})})});
</script>]]>
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486
| <![CDATA[<script type="text/javascript">
var _paq = _paq || [];
/* tracker methods like "setCustomDimension" should be called before "trackPageView" */
_paq.push(['trackPageView']);
_paq.push(['enableLinkTracking']);
(function() {
var u="//piwik.ibama.gov.br/";
_paq.push(['setTrackerUrl', u+'piwik.php']);
_paq.push(['setSiteId', '1']);
var d=document, g=d.createElement('script'), s=d.getElementsByTagName('script')[0];
g.type='text/javascript'; g.async=true; g.defer=true; g.src=u+'piwik.js'; s.parentNode.insertBefore(g,s);
})();
</script>]]>
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