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Lista com todos os sítios que foram verificados pela TIC Web Acessibilidade. Dentro de cada domínio, há informações detalhadas sobre as páginas coletadas, bem como os erros e avisos de cada uma *.

Endereço Nota Erros Avisos

ibama.gov.br/manchasdeoleo-faq

70.58 37 789
Recomendações Avaliadas
1.1 Respeitar os Padrões Web.

Recomendações

Número Descrição Quantidade Linhas Código Fonte
1.1.3 Presença de CSS(s) in-line 41 60 61 62 63 179 188 226 238 279 364 365 366 367 368 369 370 371 372 374 375 376 377 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 391 392 393 394 395 396
1.1.4 Presença de CSS(s) interno 1 425
1.1.6 Presença de javascript(s) interno 2 28 486
1.1.7 Não foram respeitados os Padrões Web HTML 14 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1.1.8 Não foram respeitados os Padrões Web CSS 690 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
60 <![CDATA[<div id="barra-brasil" style="background:#7F7F7F; height: 20px; padding:0 0 0 10px;display:block;"> <ul id="menu-barra-temp" style="list-style:none;"> <li style="display:inline; float:left;padding-right:10px; margin-right:10px; border-right:1px solid #EDEDED"> <a href="http://brasil.gov.br" style="font-family:sans,sans-serif; text-decoration:none; color:white;">Portal do Governo Brasileiro</a> </li> </ul> </div>]]>
61 <![CDATA[<ul id="menu-barra-temp" style="list-style:none;"> <li style="display:inline; float:left;padding-right:10px; margin-right:10px; border-right:1px solid #EDEDED"> <a href="http://brasil.gov.br" style="font-family:sans,sans-serif; text-decoration:none; color:white;">Portal do Governo Brasileiro</a> </li> </ul>]]>
62 <![CDATA[<li style="display:inline; float:left;padding-right:10px; margin-right:10px; border-right:1px solid #EDEDED"> <a href="http://brasil.gov.br" style="font-family:sans,sans-serif; text-decoration:none; color:white;">Portal do Governo Brasileiro</a> </li>]]>
63 <![CDATA[<a href="http://brasil.gov.br" style="font-family:sans,sans-serif; text-decoration:none; color:white;">Portal do Governo Brasileiro</a>]]>
179 <![CDATA[<h1 class="anime" style="text-align: center; color: #fff; font-size: 60px; font-weight: bold;">TIRA DÚVIDAS</h1>]]>
188 <![CDATA[<div class="container" style="background: rgba(255, 255, 255, 0.98); width: auto; padding-bottom: 8vmax; position: relative; margin-top: -8em; padding: 2em 4em 4em 4em; border-radius: 10px 20px;"> <p>A compilação de perguntas a seguir tem o propósito de auxiliar nas dúvidas mais comuns com relação ao aparecimento das manchas de óleo no Nordeste.</p> <br /> <div id="accordion" class="panel-group"> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse1" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">1. Qual a origem do óleo que atinge as praias do Nordeste?</a></h4> </div> <div id="collapse1" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>A Marinha conduz a investigação sobre as manchas de óleo observadas no litoral da região nordeste do país. A origem do poluente é desconhecida até o momento.</p> <p>A Polícia Federal é a instituição competente para a apuração de responsabilidades em âmbito criminal.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse2" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">2. Qual o papel do Ibama em emergências como esta?</a></h4> </div> <div id="collapse2" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>O Ibama coordena e apoia ações de prevenção e resposta a acidentes e emergências ambientais, prioritariamente eventos resultantes de atividades ou empreendimentos licenciados pelo Instituto.</p> <p>A legislação ambiental brasileira atribui ao poluidor a responsabilidade pelo acionamento dos órgãos ambientais de controle, pela execução do plano de emergência e pela adoção de medidas reparatórias e compensatórias.</p> <p>No caso da poluição por óleo observada no litoral nordestino em 2019, o poluidor não é conhecido. Por essa razão, o Ibama requisitou à Petrobras, empresa que opera diversos empreendimentos de petróleo e gás offshore, o emprego de recursos técnicos e logísticos disponíveis para o enfrentamento da emergência.</p> <p>Desde 2 de setembro técnicos do Instituto monitoram as áreas atingidas pelo óleo e produzem relatórios regulares sobre as condições verificas em campo.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse3" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">3. Quantas praias foram atingidas até o momento?</a></h4> </div> <div id="collapse3" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>A relação de localidades atingidas está disponível em arquivo (PDF) na seção "<span style="text-decoration: underline;"><a href="/manchasdeoleo-localidades-atingidas">Localidades atingidas</a></span>".</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse4" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">4. Qual a situação das praias oleadas?</a></h4> </div> <div id="collapse4" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>Informações sobre a situação de cada localidade atingida estão disponíveis para consulta em arquivos (PDF) publicados regularmente na seção "<span style="text-decoration: underline;"><a href="/manchasdeoleo-localidades-atingidas">Localidades atingidas</a></span>".</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse5" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">5. O óleo chegará em mais praias? Quais?</a></h4> </div> <div id="collapse5" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>Não é possível prever com segurança as localidades que podem ser atingidas pelo óleo, uma vez que a origem do derramamento ainda não foi identificada.</p> <p>As manchas se concentram em camada sub-superficial, o que impede a visualização por satélite, sobrevoo e monitoramento com sensores para detecção de óleo. Nesse contexto, o monitoramento realizado por agentes de campo em inspeções regulares nas praias e estuários é indispensável.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse6" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">6. Quanto tempo levará para as praias oleadas ficarem limpas novamente?</a></h4> </div> <div id="collapse6" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>Para que seja possível estimar um prazo é necessário conhecer o volume total de poluente derramado. Por se tratar de um incidente ocorrido em local aparentemente distante da costa brasileira, esta informação ainda não é conhecida.</p> <p>Praias que já estavam limpas foram atingidas vêm sendo atingidas por novas manchas de óleo.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse7" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">7. Quais ações estão sendo tomadas com relação às praias oleadas?</a></h4> </div> <div id="collapse7" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>O Ibama realiza a avaliação do impacto ambiental, direciona ações de proteção à fauna e oferece orientações sobre limpeza de praias e destinação de resíduos, definindo prazos e zonas prioritárias.</p> <p>A fim de organizar as ações de campo, as áreas atingidas são divididas em três categorias: limpa, em processo de limpeza e oleada.</p> <p>Uma área pode limpa de três maneiras:</p> <p style="padding-left: 30px;">• pela prefeitura ou outras instituições locais;<br />• pela Petrobras, por requisição do Ibama;<br /> • naturalmente – quando a maré remove as manchas do local ou a força das ondas dispersa o óleo em micro gotículas, que são facilmente degradadas.</p> <p>O Ibama permanece atento às novas áreas com presença de óleo, realizando as vistorias e orientações necessárias.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse8" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">8. Por que o Governo não providenciou de imediato a instalação de barreiras de contenção?</a></h4> </div> <div id="collapse8" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>Barreiras de contenção tem a função de conter o óleo superficial (substância com densidade menor que a da água), mas o poluente que atinge o nordeste do país se concentra em camada subsuperficial.</p> <p>Além disso, o equipamento geralmente é eficaz em correntes com velocidade de até um nó, o equivalente a uma milha náutica por hora. A vazão dos rios é muito superior a essa capacidade.</p> <p>Nos casos em que o óleo derramado é de origem conhecida e sua dispersão é prevista, a instalação de barreiras em águas calmas é tecnicamente recomendável para proteger pontos sensíveis, como manguezais. Contudo, se essas áreas já estiverem oleadas, a medida poderá provocar o efeito inverso e impedir a depuração natural do ambiente.</p> <p>Ainda assim, por precaução, o Ibama requisitou à Petrobras a disponibilização do equipamento. Mais de 200 metros de barreiras estão à disposição de instituições com capacidade operacional para realizar sua instalação e manutenção.</p> <p>O Ibama e a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) também elaboraram uma lista de locais a serem priorizados em ações de proteção.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse9" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">9. Posso utilizar as praias dos locais atingidos para banho?</a></h4> </div> <div id="collapse9" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>Recomendamos consulta à prefeitura ou órgão estadual de meio ambiente para informações sobre balneabilidade das praias. Para mais detalhes, consulte "<strong><a href="/manchasdeoleo-info#balneabilidade-recreativa">Informações úteis</a></strong>".</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse10" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">10. O contato com o óleo é perigoso para a saúde?</a></h4> </div> <div id="collapse10" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>O contato com o petróleo cru é especialmente danoso para plantas e animais. No homem, pode causar irritação na pele e nos olhos.</p> <p>A NBR 10004, da ABNT, enquadra esses resíduos na Classe I (perigosos). Suas propriedades físico-químicas podem oferecer risco à saúde pública e ao meio ambiente caso o produto seja gerenciado de forma inadequada.</p> <p>Informações mais detalhadas podem ser obtidas com os órgãos de vigilância sanitária.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse11" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">11. Quais seriam os recipientes mais adequados para a coleta desses resíduos?</a></h4> </div> <div id="collapse11" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p> Baldes, sacos plásticos, bombonas, big-bags, tambores e outras recipientes que sejam suficientemente resistentes para o transporte do produto.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse12" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">12. Quais são as orientações do Ibama em relação ao depósito e descarte do material recolhido?</a></h4> </div> <div id="collapse12" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>Os resíduos não podem ser colocados em lixo comum. Seu acondicionamento deve ser temporário, até o direcionamento para reciclagem, recuperação, tratamento ou disposição final.</p> <p>O armazenamento pode ser feito em big bags, sacos plásticos específicos para resíduos oleosos, tambores metálicos, containers, ou outros recipientes que possam conter os resíduos sem provocar vazamento ou reação, e que possam ser removidos sem que haja o rompimento da embalagem.</p> <p>Após a retirada de todo óleo do litoral brasileiro, o Ibama e o respectivo órgão estadual, vão propor a melhor destinação: aterro para resíduos perigosos ou incineração em fornos de cimenteiras.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse13" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">13. O que fazer caso encontre um animal oleado?</a></h4> </div> <div id="collapse13" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>Quando um animal atingido pelo óleo for encontrado, a unidade do Ibama mais próxima deve ser acionada imediatamente. O ideal é que sejam informadas as coordenadas geográficas ou alguma referencia que determine o local exato para o resgate.</p> <p>Somente as equipes que realizam o monitoramento de praia, o Ibama ou outros órgãos e institutos ambientais envolvidos nas ações devem realizar o manejo da fauna atingida.</p> <p>Após receber o atendimento emergencial, os animais são encaminhados para os Centros de recuperação especializados em despetrolização de fauna, localizados em Sergipe e no Rio Grande do Norte.</p> <p>Os Centros fazem parte do Projeto de Monitoramento de Praias da Petrobrás, executado como condicionantes de licenças ambientais estabelecidas pelo Ibama para o licenciamento relativo à produção e escoamento de petróleo e gás natural.</p> <p> </p> <p><span style="font-size: 18pt;"><strong>13.1. Descrição da técnica</strong></span></p> <p style="padding-left: 30px;">1. Comunique imediatamente à instituição de resgate de fauna mais próxima (tabela abaixo).</p> <p style="padding-left: 30px;">      1.1. Repasse o máximo de informações sobre o animal: </p> <p style="padding-left: 60px;">     - Quantidade e tipo (baleia, golfinho, peixe-boi, tartaruga marinha, ave marinha);<br />     - Estado (vivo ou morto);<br />     - Presença de óleo na pele e nas mucosas (boca, olhos e narinas);<br />     - Local encontrado e ponto de referência.</p> <p style="padding-left: 30px;">     1.2. Se possível envie fotos ou vídeos pelo Whatsapp.</p> <p style="padding-left: 30px;">2. Mantenha a área próxima do animal livre de pessoas e animais domésticos.</p> <p style="padding-left: 30px;">3. Evite barulho excessivo ao redor do animal.</p> <p style="padding-left: 30px;">4. Se possível proteja o animal do sol com o uso de de guarda-sol, cobertura de folhas de coqueiro ou tecidos limpos.</p> <p style="padding-left: 30px;">5. Aguarde a chegada da equipe de resgate.</p> <p> </p> <p><span style="font-size: 18pt;"><strong>13.2. Contatos</strong></span></p> <p style="padding-left: 30px;">Sugerimos que os Centros sejam procurados para detalhamento dos procedimentos de despetrolização:</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Alagoas</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Ibama/AL: (82) 2122-8329<br />• Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA): (82) 98833-9397<br />• Instituto Biota de Conservação (82) 99115-2944</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Bahia</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Instituto Mamíferos Aquáticos: (71) 99679-2383<br />• Grupo de Proteção da Fauna Oleada - Bahia Sul: (11) 99660-9291 / (31) 99600-7439 / (73) 99976-2480 / (73) 2101-5297 / (73) 99900-9980<br />• Instituto Baleia Jubarte: (73) 98802-1874</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Ceará</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Aquasis: (85) 99980-0109<br />• Instituto Verdeluz: (85) 99695-6305</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Espírito Santo</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• CTA: 0800 039 5005<br />• Instituto de Pesquisa e Conservação Marinha: (28) 99902-4075<br />• Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos: (27) 99865-6975</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Maranhão</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Instituto Amares: (98) 98120-1281</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Paraíba</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Ibama/PB: (83) 3245-4901 / 3198-0842</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Piauí</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Instituto Tartarugas do Delta: (86) 99975-5380<br />• Comissão Ilha Ativa: (86) 98134-2001</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Pernambuco</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Ibama/PE: (81) 3201-3800<br />• Ecoassociados (81) 99944-1465 / 3552-2465</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Rio Grande do Norte</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Projeto Cetáceos da Costa Branca: (84) 99937-0471<br />• Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental: (84) 99694-7242</p> <p style="padding-left: 30px;"><strong>Sergipe</strong></p> <p style="padding-left: 60px;">• Programa de Monitoramento de Praias das Bacias de Sergipe-Alagoas (PRMEA): 0800 0793434</p> <p style="padding-left: 60px;"> </p> </div> </div> </div> </div> <div id="accordion" class="panel-group"> <div class="panel panel-default"> <div class="panel-heading"> <h4 class="panel-title alinhamento"><a href="#collapse14" data-toggle="collapse" data-parent="#accordion">14. O que não fazer caso encontre um animal oleado?</a></h4> </div> <div id="collapse14" class="panel-collapse collapse"> <div class="panel-body"> <p>• Não toque ou manipule o animal. Isso pode piorar a condição dele ou causar acidentes.<br />• Não devolva o animal ao mar. Ele se encontra debilitado e precisa de cuidados veterinários. Sem o devido atendimento, o animal irá encalhar em outro lugar.<br />• Não jogue sabão, areia ou qualquer outro produto no animal.<br />• Não ofereça alimentos ao animal nem force a ingestão de líquidos.</p> <p> </p> <p> </p> </div> </div> </div> </div> </div> </div>]]>
226 <![CDATA[<span style="text-decoration: underline;"><a href="/manchasdeoleo-localidades-atingidas">Localidades atingidas</a></span>]]>
238 <![CDATA[<span style="text-decoration: underline;"><a href="/manchasdeoleo-localidades-atingidas">Localidades atingidas</a></span>]]>
279 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">• pela prefeitura ou outras instituições locais;<br />• pela Petrobras, por requisição do Ibama;<br /> • naturalmente – quando a maré remove as manchas do local ou a força das ondas dispersa o óleo em micro gotículas, que são facilmente degradadas.</p>]]>
364 <![CDATA[<span style="font-size: 18pt;"><strong>13.1. Descrição da técnica</strong></span>]]>
365 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">1. Comunique imediatamente à instituição de resgate de fauna mais próxima (tabela abaixo).</p>]]>
366 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">      1.1. Repasse o máximo de informações sobre o animal: </p>]]>
367 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">     - Quantidade e tipo (baleia, golfinho, peixe-boi, tartaruga marinha, ave marinha);<br />     - Estado (vivo ou morto);<br />     - Presença de óleo na pele e nas mucosas (boca, olhos e narinas);<br />     - Local encontrado e ponto de referência.</p>]]>
368 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">     1.2. Se possível envie fotos ou vídeos pelo Whatsapp.</p>]]>
369 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">2. Mantenha a área próxima do animal livre de pessoas e animais domésticos.</p>]]>
370 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">3. Evite barulho excessivo ao redor do animal.</p>]]>
371 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">4. Se possível proteja o animal do sol com o uso de de guarda-sol, cobertura de folhas de coqueiro ou tecidos limpos.</p>]]>
372 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">5. Aguarde a chegada da equipe de resgate.</p>]]>
374 <![CDATA[<span style="font-size: 18pt;"><strong>13.2. Contatos</strong></span>]]>
375 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;">Sugerimos que os Centros sejam procurados para detalhamento dos procedimentos de despetrolização:</p>]]>
376 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Alagoas</strong></p>]]>
377 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/AL: (82) 2122-8329<br />• Instituto de Meio Ambiente de Alagoas (IMA): (82) 98833-9397<br />• Instituto Biota de Conservação (82) 99115-2944</p>]]>
378 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Bahia</strong></p>]]>
379 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Mamíferos Aquáticos: (71) 99679-2383<br />• Grupo de Proteção da Fauna Oleada - Bahia Sul: (11) 99660-9291 / (31) 99600-7439 / (73) 99976-2480 / (73) 2101-5297 / (73) 99900-9980<br />• Instituto Baleia Jubarte: (73) 98802-1874</p>]]>
380 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Ceará</strong></p>]]>
381 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Aquasis: (85) 99980-0109<br />• Instituto Verdeluz: (85) 99695-6305</p>]]>
382 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Espírito Santo</strong></p>]]>
383 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• CTA: 0800 039 5005<br />• Instituto de Pesquisa e Conservação Marinha: (28) 99902-4075<br />• Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos: (27) 99865-6975</p>]]>
384 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Maranhão</strong></p>]]>
385 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Amares: (98) 98120-1281</p>]]>
386 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Paraíba</strong></p>]]>
387 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/PB: (83) 3245-4901 / 3198-0842</p>]]>
388 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Piauí</strong></p>]]>
389 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Instituto Tartarugas do Delta: (86) 99975-5380<br />• Comissão Ilha Ativa: (86) 98134-2001</p>]]>
390 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Pernambuco</strong></p>]]>
391 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Ibama/PE: (81) 3201-3800<br />• Ecoassociados (81) 99944-1465 / 3552-2465</p>]]>
392 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Rio Grande do Norte</strong></p>]]>
393 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Projeto Cetáceos da Costa Branca: (84) 99937-0471<br />• Centro de Estudos e Monitoramento Ambiental: (84) 99694-7242</p>]]>
394 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong>Sergipe</strong></p>]]>
395 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;">• Programa de Monitoramento de Praias das Bacias de Sergipe-Alagoas (PRMEA): 0800 0793434</p>]]>
396 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;"> </p>]]>
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