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Lista com todos os sítios que foram verificados pela TIC Web Acessibilidade. Dentro de cada domínio, há informações detalhadas sobre as páginas coletadas, bem como os erros e avisos de cada uma *.

Recomendações Avaliadas
3.11 Garantir a leitura e compreensão das informações.

Recomendações

Número Descrição Quantidade Linhas Código Fonte
3.11.2 Presença de parágrafos justificados 24 369 378 385 391 392 393 394 405 413 420 421 422 454 455 470 474 476 477 478 479 490 620 637 638
369 <![CDATA[<p style="text-align: right;" align="justify"><span style="font-size: 8pt;"><a href="#inicio" rel="alternate">Voltar para o topo</a></span></p>]]>
378 <![CDATA[<p style="text-align: right;" align="justify"><span style="font-size: 8pt;"><a href="#inicio" rel="alternate">Voltar para o topo</a></span></p>]]>
385 <![CDATA[<p style="text-align: right;" align="justify"> <span style="font-size: 8pt;"><a href="#inicio" rel="alternate">Voltar para o topo</a></span></p>]]>
391 <![CDATA[<p align="justify">Os testes/estudos são requeridos conforme o tipo de produto a ser avaliado, sendo submetidos ao Ibama os relatórios técnicos em conformidade com os Anexos IV e V da <a href="/sophia/index.php?codigo_sophia=99498" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">Portaria Ibama nº 84, de 15 de outubro de 1996</a> e alterações. A <a href="/phocadownload/agrotoxicos/avaliacao/2017/2017-07-25-anexo_iv_portaria_84_tabela_ilustrativa.pdf" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">tabela ilustrativa</a> apresentada, de forma consolidada, os testes solicitados no Anexo IV da referida Portaria para cada tipo de produto (produto técnico, ingrediente ativo ou produto formulado), além das principais metodologias (protocolos) que orientam a condução adequada dos procedimentos.</p>]]>
392 <![CDATA[<p align="justify">Os testes/estudos devem ser realizados por laboratórios nacionais ou internacionais, monitorados em sistema de qualidade de <a href="/agrotoxicos/bpl">Boas Práticas de Laboratório (BPL)</a> e seguir metodologias (protocolos) internacionalmente reconhecidas, a exemplo daquelas publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), OECD (“<i>Organization for Economic Cooperation and Development</i>”) e pela EPA (“<i>Environmental Protection Agency</i>”). Cabe ressaltar que os laboratórios nacionais deverão ser reconhecidos e monitorados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e atender aos requisitos previstos na <a href="/phocadownload/agrotoxicos/avaliacao/2017/2017-07-25-portaria-conjunta-01-ibama-inmetro-29-03-10.pdf" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">Portaria Conjunta Ibama-Inmetro nº 01, de 29 de março de 2010</a>.</p>]]>
393 <![CDATA[<p align="justify">Destaca-se que espécies de organismos internacionalmente padronizadas são utilizadas na condução dos testes e estudos laboratoriais, inclusive quando conduzidos pelos laboratórios nacionais, no sentido de favorecer a comparação dos efeitos adversos entre os diferentes produtos avaliados pelo Ibama e pelas demais agências internacionais incumbidas da avaliação de agrotóxicos. No entanto, em situações específicas, pode-se solicitar testes com organismos específicos, como aqueles endêmicos do Brasil, bem como a aplicação de fatores de segurança aos resultados dos testes e estudos conduzidos com o organismo indicado nos protocolos, com o intuito de aproximar a análise aos cenários brasileiros.</p>]]>
394 <![CDATA[<p style="text-align: right;" align="justify"><span style="font-size: 8pt;"> <a href="#inicio" rel="alternate">Voltar para o topo</a></span></p>]]>
405 <![CDATA[<p style="text-align: right;" align="justify"><span style="font-size: 8pt;"><a href="#inicio" rel="alternate">Voltar para o topo</a></span></p>]]>
413 <![CDATA[<p align="justify"> </p>]]>
420 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;" align="justify">Para avaliar os organismos não-alvos quanto ao PPA, são exigidos testes e estudos com: micro-organismos do solo e minhocas, que constituem o parâmetro chamado de “organismos do solo”; algas, microcrustáceos e peixes, que compõem o parâmetro “organismos aquáticos”; aves e abelhas, que formam o parâmetro “aves/abelhas”; e ratos, que representam o parâmetro “mamíferos”.</p>]]>
421 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px;" align="justify">No geral, os estudos de toxicidade aguda são os considerados para a classificação de periculosidade dos produtos agrotóxicos. Entretanto, o para micro-organismos do solo e o para algas os estudos de longo prazo ou crônicos podem ser considerados, uma vez que a duração do primeiro pode se estender até 100 dias, permitindo avaliar a ciclagem de nutrientes no solo (ciclo do carbono e nitrogênio) e o segundo até 72h - 96h, possibilitando a exposição de várias gerações, devido a multiplicação em taxa exponencial das algas.</p>]]>
422 <![CDATA[<p style="padding-left: 60px; text-align: right;" align="justify"> <span style="font-size: 8pt;"><a href="#inicio" rel="alternate">Voltar para o topo</a></span></p>]]>
454 <![CDATA[<p style="padding-left: 90px;" align="justify"><span style="font-size: 8pt;">² A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7802.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei nº 7.802/89</a> revogou o antigo Código de Defesa Vegetal (Decreto nº 24.114/34) sob o qual diversos produtos encontravam-se registrados e, para atender à nova Lei, os produtos agrotóxicos precisaram ser avaliados e classificados quanto ao PPA pelo Ibama.</span></p>]]>
455 <![CDATA[<p style="padding-left: 90px; text-align: right;" align="justify"><span style="font-size: 8pt;"><a href="#inicio" rel="alternate">Voltar para o topo</a></span></p>]]>
470 <![CDATA[<p style="text-align: right;" align="justify"><a href="#inicio"> <sub>Voltar para o topo</sub></a></p>]]>
474 <![CDATA[<p align="justify"> </p>]]>
476 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;" align="justify">O "<a href="/phocadownload/agrotoxicos/avaliacao/2017/2017-07-25-manual_de_procedimento_agrotoxicos_ibama_2009-11.pdf" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">Manual para requerimento de avaliação ambiental: agrotóxico e afins</a>" foi lançado pelo Ibama em dezembro de 2009 e preenche uma importante lacuna na rotina de trabalho de profissionais e empresas do setor de agrotóxicos, sendo um guia para submissão de pleitos de registro de agrotóxicos ao Instituto.</p>]]>
477 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;" align="justify"><strong>Download:</strong></p>]]>
478 <![CDATA[<p style="padding-left: 30px;" align="justify"> • <a href="/phocadownload/agrotoxicos/avaliacao/2017/2017-07-25-manual_de_procedimento_agrotoxicos_ibama_2009-11.pdf" target="_blank" rel="alternate noopener noreferrer">Manual para requerimento de avaliação ambiental: agrotóxico e afins</a> (PDF - 10,7 MB)</p>]]>
479 <![CDATA[<p align="justify"> </p>]]>
490 <![CDATA[<p align="justify"> </p>]]>
620 <![CDATA[<p align="justify"> </p>]]>
637 <![CDATA[<p style="text-align: right;" align="justify"> </p>]]>
638 <![CDATA[<p style="text-align: right;" align="justify"> </p>]]>